ALERTA, GRANDE TRAGÉDIA ESTÁ PARA ACONTECER NO BRASIL

19 de junho de 2012 Deixe um comentário

Não é a primeira vez que o Governo do PT tenta instaurar a legalização do aborto, primeiro pelo PNDH-3, agora pelo anteprojeto do novo Código Penal Brasileiro. Dessa vez não se trata apenas de ABORTO, mas também, EUTANÁSIA E INFANTICÍDIO.

A Eugenia Nazista volta para nossa sociedade, uma ciência de “purificação da raça humana”, mas ela não foi apenas defendida pelos nazistas, também, pelas mais variadas sociedades secretas que produzem pessoas para o meio político, até mesmo existe um plano mundial, pregado por grupos da ONU para que isso seja aprovado em todo mundo. Existe uma defesa para a redução da população mundial, pois eles alegam que futuramente o mundo estaria correndo risco pelo grande números de pessoas que nele vivem.

Ora, quanta tolice, quantos absurdos para tentar justificar as matanças. Agora assistam o vídeo inteiro no link abaixo para se ver o absurdo que nosso país está para aprovar.

diga-nao-a-cultura-da-morte

Clique no link abaixo e assine a petição:
http://www.ipco.org.br/home/peticao-ao-senado

 

Seguindo os passos do Senhor

19 de maio de 2012 Deixe um comentário

 

Hoje (19/05/2012), o Diácono Wellington, CDMD, em sua homilia nos disse mais ou menos assim, que: “Meditando a semana Santa, vi que tinham mais pessoas no dia da vigília Pascal do que no dia da adoração da Santa Cruz…”.

No momento fiquei pensando em um fato que ocorreu comigo na mesma semana, dias antes da celebração do Diácono Wellington.

Entrei em um recinto “evangélico” (protestante), e tinha uma plaquinha com um escrito: “Eu sigo os passos do Senhor”. Fiquei parado e pensando o que era seguir os passos do Senhor, será que nossos irmãos protestantes seguem mesmo? Pois evitam a adoração à Santa Cruz. Como podemos pular etapas? Na verdade não se pode pular etapas!

Logo parei de atribuir aquilo aos irmãos protestantes e comecei a analisar isso para minha vida, pois não posso atribuir esses momentos a outras pessoas e sim para mim, uma providência que Deus colocou naquele momento em minha vida, para meditar as minhas misérias. Como muitas vezes busco pular etapas, como muitas vezes busco desviar do caminho do calvário e evitar as dores, a vergonha e a humilhação. Não é fácil, mas é necessário realmente seguir os passos do Senhor, aceitar todas as vontades do Pai e me submeter a ela.

Juntando as palavras do Diácono Wellington e o ocorrido comigo na mesma semana e no dia da homilia pude fazer uma reflexão, uma reflexão bem lógica e que todos nós sabemos, mas que muitas vezes não vivemos.

O caminho para a ressurreição requer caminhar nos mistérios da salvação, para a salvação é necessário seguir no calvário, carregar a cruz, se derramar na crucificação, e assim, vencermos no dia a dia para vida eterna.

Pois bem, se queremos seguir o Senhor Jesus, não se pode pular etapas do processo salvífico de Jesus, mas sim, ser realmente em vida como Cristo foi e caminhar em uma entrega total, se alimentando com alegria as dores do crucificado, para depois gozar da vida eterna com Cristo, chegando até a morada do Pai.

Na homília o Diácono também comentou uma pregação que ele fez, no qual colocou três atribuições da escolha de Deus por Maria e José para cuidarem de Jesus. Essas três coisas foram a capacidade de amar, a capacidade de servir e a entrega total ao Pai.

É claro, para não se pular as etapas de salvação devemos ser assim como Santa Maria e São José, seguir os passos de Jesus amando assim como Ele amou, servindo assim como Ele serviu e se entregando assim como Ele se entregou na Cruz completando o mistério da salvação.

DCN

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FELIZ DIA DAS MÃES! Te amo muito mamãe!

11 de maio de 2012 Deixe um comentário

 

Mãe, me perdoa! Me perdoa porque a senhora não é a pessoa mais importante da minha vida. Perdoa-me, porque antes da senhora tenho predileção por outras pessoas.

Perdoa-me porque antes de partilhar minha vida e escutar seus conselhos eu já tinha feito isso antes com outras pessoas e eram conselhos bem mais agradáveis que os vossos.

Perdoa-me porque antes mesmo de olhar para ti, olho antes para estas pessoas, não que a senhora não me fortaleça, sinto grande fortaleza vinda do seu coração, mas as outras pessoas me fortalecem mais.

Não se preocupe mamãe essas três pessoas são boas, não fique triste, aliás, eu sei que a senhora não ficará triste, foi a senhora mesmo que os me apresentou.

Lembro-me que em toda minha vida me entregaste e me confiaste a essas pessoas, não me culpe, quem me apresentou essas três maravilhosas pessoas foi a senhora e me apresentou com tanto amor que eu não resisti em amá-los mais que a senhora.

Obrigado mamãe a senhora não sabe o quanto fico feliz em ter sido entregue a estas pessoas, no início eram estranhas para mim, mas quando fui me aproximando, fui me envolvendo por um amor tão inexplicável que minhas palavras ao tentar defini-los podem ser medíocres, talvez não conseguiria expressar este amor, não tenho força de esmagar como eles me esmagam, pois fazem isso sem me ferir.

Apresentaste-me essas três pessoas desde que nasci e me ensinaste a amá-los tanto que eles tomaram seu lugar em meu coração, os amei com tanta força, com toda minha alma, com todo meu coração que agora eu os amo como um só, o que era três agora se tornou um, então, estás agora como a segunda pessoa mais amada.

Agora há apenas um a frente da senhora, a senhora é a segunda mais importante. Peço que não se preocupe, porque entre as criaturas viventes estás em primeiro lugar.

Obrigado mamãe, pois o amor predileto da senhora agora é meu amor predileto.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo me envolveram como uma casa aconchegante, todos Eles unidos como um, de fato, escondeu-me em Sua grande luz, minha pequenez se perde por esta grande luz. Nem consegues me ver mais, né mamãe?

Sei que a senhora me entende, porque a mesma fonte que te alimentou a vida inteira, agora me alimenta.

Não sei como te agradecer mamãe, mas saiba mãe, todos os dias agradeço a Eles pela sua vida e por Eles terem me dado a ti, obrigado porque me ensinaste a voltar para Eles.

Te amo muito, FELIZ DIA DAS MÃES!

DCN

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Tarde te amei

14 de abril de 2012 Deixe um comentário

COMO ESTRELAS NA TERRA – FILME COMPLETO – LEGENDADO

10 de abril de 2012 Deixe um comentário

Perseguição ao Padre Paulo Ricardo

7 de abril de 2012 Deixe um comentário

Este artigo é um apóio ao Padre Paulo Ricardo que com sua vida sacerdotal luta incansavelmente pela Santa Tradição Católica Apostólica Romana. Não podemos deixar que “padrecos” por conveniência venham acabar com a a missão deste grande servo de DEUS. Vamos apoiar Padre Paulo Ricardo que denúncia o relativismo mundano dentro da Igreja Católica, (Clique no link: http://www.peticoesonline.com/peticao/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo-junior/395#.T1Y2D88rCZk.twitter

 

Após ofensas, padres de Cuiabá pedem afastamento de colega

Padre Paulo Ricardo é acusado de ofender companheiros no “Vinde e Vede”

Divulgação

Clique para ampliar

Dom Milton (detalhe) deve decidir se afasta padre Paulo Ricardo de suas funções na Capital

ALEXANDRE APRÁ
ESPECIAL PARA O MIDIANEWS

O arcebispo de Cuiabá, dom Milton Santos, deverá decidir se acata ou não um pedido de afastamento das funções protocolado contra o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, que atua na Capital. O pedido foi feito por meio de uma carta aberta, assinada por 27 padres e protocolada junto à Mitra Arquidiocesana e à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

No documento, cuja cópia foi obtida pelo MidiaNews, os colegas alegam que o padre Paulo Ricardo vem ofendendo e denegrindo a imagem dos párocos locais, com sermões austeros e ofensivos contra os sacerdotes. Os nomes dos padres que assinaram o documento não foram divulgados pela Arquidiocese.

O estopim da briga entre o Clero aconteceu no “Vinde e Vede”, tradicional evento católico realizado no período no Carnaval em Cuiabá. Em uma palestra, o padre Paulo Ricardo insinuou que o “espírito mundano” entrou na Igreja por causa de padres que, na opinião dele, não mantém uma postura adequada.

“Quantos padres foram tomados completamente pelo espírito do mundão. Tá entendendo? Caíram no mundão, no mundo (…) Quer dizer que estão no mundão, tão na festança, tão no pecado. Não querem mais ser padres. Querem ser boy. Querem tar (sic) na moda. Tá entendendo? Querem ser iguais a todo mundo. Padre que quer ser igual ao mundo!”, afirmou o padre em sua palestra, que foi difundida pela internet, através do site YouTube e pelas redes sociais.

Outro ponto polêmico levantado pelo padre Paulo Ricardo é o fato de a maioria dos padres de Cuiabá não usar a batina como traje permanente. O sacerdote é conhecido no meio católico de Cuiabá por usar a vestimenta em todas as ocasiões em que é visto em público.

“Vejam: Nossa Senhora está dizendo que a Igreja tá sofrendo um calvário. E por quê? Porque entrou dentro da Igreja o espírito do mundo. E entrou como? Entrou por causa de padre! Por causa de padre que não é padre! Por causa de padre que não honra a batina porque, aliás, nem usa a batina!”, bradou o padre, em seu discurso.

Para os padres que assinaram o documento contra o religioso, a afirmação do padre, além de leviana, é uma grande ofensa aos padres de Cuiabá.

“O moralismo crispado e falso de Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior reduz a rica tradição da Igreja a um pequeno número de normas e restrições, com uma verdadeira obsessão de traços patológicos pelo uso da batina, fato que provocou recentemente um grande desgaste ao clero e ao povo da Arquidiocese de Cuiabá e volta a provocar agora, na 26ª edição do “Vinde e Vede”,”, diz trecho documento, que pede o afastamento do padre.

Para os colegas, o padre se coloca no Deus e julga centenas de religiosos que dedicam sua vida à igreja católica, além de espalhar a discórdia entre os fiéis.

“Colocando-se talvez no lugar de Deus, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior julga e condena inúmeros irmãos no sacerdócio que levam vida ilibada e que são reconhecidamente compromissados com o Evangelho, com a Igreja e com o Reino de Deus. Ele espalha discórdia e divisões desnecessárias e prejudiciais ao crescimento espiritual do clero e do povo de Deus.”, relata o documento.

Política partidária

No pedido de afastamento, os padres ainda denunciaram o envolvimento do colega em campanhas políticas-eleitorais, em 2010. Segundo a denúncia, Paulo Ricardo se envolveu em campanhas contra determinados candidatos, a ponto de ser censurado pelo arcebispo Dom Milton Santos.

“Por ocasião da campanha eleitoral para a presidência da república, enfurnou-se em um cordão de calúnias, ameaças e difamação contra candidatos, contra o povo e contra a própria CNBB. A coisa se agravou a tal ponto que o arcebispo de Cuiabá teve que publicar uma carta proibindo o uso da missa e do sermão para campanhas político-partidárias”, diz outro trecho do documento.

“Saúde mental”

Os padres ainda pedem o afastamento imediato do colega das funções de magistério que exerce no Seminário Dom Aquino Correa (Sedac), em Várzea Grande, além de todas as funções formativos que exerce na Arquidiocese, como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois, para ele, Padre Paulo “não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros”.

Os padres também pedem que ele seja afastado de todos os meios de comunicação social. Atualmente, o padre mantém programas de TV pela internet e pela TV Canção Nova, além de um blog na internet.

Apoio ao padre

Fiéis adeptos à ideologia do padre Paulo Ricardo lançaram, na internet, uma campanha de apoio ao religioso. Uma petição pública eletrônica foi criada no sentido de apoiar a conduta do padre. (Clique no link: http://www.peticoesonline.com/peticao/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo-junior/395#.T1Y2D88rCZk.twitter)

Católicos também organizam uma manifestação em frente à sede da Arquidiocese, nesta quinta-feira (8), a partir das 13 horas. A expectativa dos organizadores é de reunir cerca de mil pessoas.

Outro lado

A reportagem entrou em contato com a Arquidiocese de Cuiabá. A secretária do órgão explicou que os dirigentes da igreja e o arcebispo Dom Milton estão em retiro espiritual que só termina na sexta-feira.

O padre Paulo Ricardo também foi procurado pelo seu celular. Mas, a ligação da reportagem não foi atendida.

Confira também a íntegra do documento que pede o afastamento do padre de suas funções:

Cuiabá, Mato Grosso

27 de fevereiro de 2012

Excelentíssimos e Reverendíssimos Senhores

Bispos, Padres e Povo de Deus

CNBB, ANP, /CNP, CRB, Regional Oeste II

Estado de Mato Grosso

Excelências Reverendíssimas, sacerdotes e povo de Deus

Consternados dirigimo-nos aos senhores para levar a público nossos sentimentos de compaixão e constrangimento com relação ao nosso co-irmão no sacerdócio, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, do clero arquidiocesano de Cuiabá. O que nos move é nosso desejo de comunhão, unidade, amor à Igreja e ao sacerdócio e a busca de verdadeira justiça, reconciliação e perdão.

Diante de um homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado toma-nos, como cristãos e como sacerdotes, um profundo sentimento de compaixão e misericórdia. Diante de suas reiteradas investidas contra o Concílio vaticano II, contra a CNBB e, sobretudo, contra seus irmãos no sacerdócio invade-nos um profundo sentimento de constrangimento e dor pelas ofensas, calúnias, injúrias, difamação de caráter e conseqüentes danos morais que ele desfere publicamente e através dos diversos meios de comunicação contra nós, sacerdotes e bispos empenhados plenamente na construção do Reino de Deus.

Exporemos aqui estas duas questões com o máximo possível de objetividade na esperança que esta carta aberta seja acolhida com o mesmo espírito com que foi redigida e, mais ainda, na esperança de que encontraremos, com a intervenção segura e consciente de nosso querido Dom Milton Antônio dos Santos, arcebispo de Cuiabá, uma solução definitiva para esta questão e que seja sempre para a maior glória do Reino de Deus e para retomarmos o bom caminho.

Somos padres diocesanos e religiosos da Arquidiocese de Cuiabá e das demais dioceses do estado de Mato Grosso. Há décadas, dedicamo-nos, todos nós, com afinco, zelo e dedicação apostólica à instrução do povo nos caminhos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, não merecemos as calúnias, injúrias e difamação de caráter que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior desfere contra nós.

Vinde e Vede 2012

Há vinte e seis anos a Arquidiocese de Cuiabá organiza, patrocina e realiza, no período do carnaval, uma grande concentração religiosa, de massa, denominada “Vinde e Vede”. A este encontro acorrem milhares de pessoas do país inteiro, mas particularmente das paróquias da Arquidiocese de Cuiabá e dioceses vizinhas. Entre momentos festivos e momentos celebrativos, o encontro é também agraciado com oradores sacros dos mais diversos nortes do país. Entre estes oradores está também Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, homem de verbo fácil, de muitos artifícios oratórios e também de muitas falácias e sofismas. Suas pregações sempre derrapam para denúncias injuriosas e caluniosas contra os bispos, os padres e o povo de Deus em geral. Com o advento das novas tecnologias da comunicação adotadas com maestria pelos organizadores deste grande evento, as lástimas de Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior ressoam em todo o mundo.

Leiam com paciência. Transcreveremos aqui parte de sua palestra proferida na última edição do “Vinde e Vede”. Intitulada “Totus tuus, Maria!”:

“O espírito mundano entrou dentro da Igreja. E entrou onde? Entrou o espírito mundano de que jeito dentro da Igreja? Pelos leigos? Entrou o espírito mundano de que jeito dentro da Igreja? Foi nos catequistas? Foi (sic) os ministros da comunhão? Foi através dos cenáculos do Movimento Sacerdotal Mariano que entrou o espírito mundano dentro da Igreja? NÃO! Nossa Senhora diz como foi que o espírito mundano entrou dentro da Igreja: ‘quantas são as vidas sacerdotais e religiosas que se tornaram áridas pelo secularismo que as possui completamente’. Deixa eu explicar o que Nossa Senhora está dizendo porque às vezes Nossa Senhora fala na linguagem que a gente não entende. Gente, ela tá falando de padres. Vidas sacerdotais aqui é PADRE! Quantos padres foram tomados COM-PLE-TA-MEN-TE pelo espírito do mundão. Tá entendendo? Caíram no mundão, no mundo. Ela fala espírito do secularismo. Quer dizer que estão no mundão, tão na festança, tão no pecado. Não querem mais ser padres. Querem ser boy. Querem tar na moda. Tá entendendo? Querem ser iguais a todo mundo. Padre que quer ser igual ao mundo! É isto que Nossa Senhora tá falando! O espírito… Vejam: Nossa Senhora está dizendo que a Igreja tá sofrendo um calvário. E por quê? Porque entrou dentro da Igreja o espírito do mundo. E entrou como? Entrou por causa de padre! Por causa de padre que não é padre! Por causa de padre que não honra a batina porque, aliás, nem usa a batina! (aplausos). ‘a fé se apagou em muitas delas.’ Deixa eu falar aqui claro pra vocês porque Nossa Senhora fala mas ocê num entende. A fé se apagou em muitas vidas sacerdotais, deixa eu dizer em português claro pra vocês. Tem padre que deixou de ter fé. É isso que Nossa Senhora tá dizendo. Está dizendo isto no dia em que o Papa João Paulo II estava aqui em Cuiabá. ‘A fé se apagou em muitos padres por causa dos erros que são sempre mais ensinados e seguidos. A vida da graça já está sepultada pelos pecados que se praticam, se justificam e não são mais confessados.’ O que que Nossa Senhora ta dizendo? Vamos trocar em miúdos aqui! Nossa Senhora está dizendo que a vida da graça de muitos padres – o padre tem que viver uma vida da graça. A vida da graça de muitos padres está SE-PUL-TA-DA! Posso dizer mais claro? Morreu! A vida da graça de padres pode morrer também. Como? Nossa Senhora diz: ‘pelos pecados’. Os pecados que praticam, aí depois que eles praticam, justificam: Não… não é pecado. Antigamente é que era pecado, agora não é mais pecado. (com ar de deboche). Entendeu? Nós temos que ser, nós temos que mostrar pra o mundo que a Igreja tem um rosto aberto, que a igreja está aberta pro mundo. Aí lá vai o padre pular carnaval, no meio de mulher pelada. Aí lá vai o padre fazer festa na arruaça, beber, encher a cara até cair. Pra dizer o quê? Ahh, o mundo… eu tenho que pregar o evangelho pro povo, pros jovens… O jovem tem que acreditar na Igreja, então eu tenho que ir lá, eu tenho que ficar junto com o jovem. Eu tenho que viver a vida que todo mundo vive. Gente, eu não sou melhor do que ninguém e Deus sabe os meus pecados […]”.

Pobre em espírito e conteúdo, esta palestra escamoteia um texto não oficial, escrito pelo fundador e personalidade maior do Movimento Sacerdotal Mariano, Padre Stefano Gobbi. Lembremos apenas as palavras do Papa Bento XVI na exortação apostólica Verbum Domini: […] “a aprovação eclesiástica de uma revelação privada indica essencialmente que a respectiva mensagem não contém nada que contradiga a fé e os bons costumes; é lícito torná-la pública, e os fiéis são autorizados a prestar-lhe de forma prudente a sua adesão. […] É uma ajuda, que é oferecida, mas da qual não é obrigatório fazer uso.” (Verbum Domini, n. 14).

É desastrosa e danosa à reputação de milhares de sacerdotes à “tradução” e “interpretação” que padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior dá às supostas palavras de Nossa Senhora ao Padre Stefano Gobbi.

Ainda Bento XVI, por ocasião da Conferência de Aparecida nos advertia: “Não resistiria aos embates do tempo uma fé católica reduzida a uma bagagem, a um elenco de algumas normas e de proibições, a práticas de devoções fragmentadas, a adesões seletivas e parciais da verdade da fé, a uma participação ocasional em alguns sacramentos, à repetição de princípios doutrinais, a moralismos brandos ou crispados que não convertem a vida dos batizados. Nossa maior ameaça é o medíocre pragmatismo da vida cotidiana da Igreja, no qual, aparentemente, tudo procede com normalidade, mas na verdade a fé vai se desgastando e degenerando em mesquinhez” […]. (DAp. N. 12).

O moralismo crispado e falso de Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior reduz a rica tradição da Igreja a um pequeno número de normas e restrições, com uma verdadeira obsessão de traços patológicos pelo uso da batina, fato que provocou recentemente um grande desgaste ao clero e ao povo da Arquidiocese de Cuiabá e volta a provocar agora, na 26ª edição do “Vinde e Vede”.

Interpreta ele erroneamente o Cânon 284 do Código de Direito Canônico (do qual se diz mestre) – “os clérigos usem hábito eclesiástico conveniente, de acordo com as normas dadas pela Conferência dos Bispos e com os legítimos costumes locais.” – e também as normas estabelecidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que observam: “nas determinações concretas, porém, devem levar-se em conta a diversidade das pessoas, dos lugares e dos tempos.”

Colocando-se talvez no lugar de Deus, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior julga e condena inúmeros irmãos no sacerdócio que levam vida ilibada e que são reconhecidamente compromissados com o Evangelho, com a Igreja e com o Reino de Deus. Ele espalha discórdia e divisões desnecessárias e prejudiciais ao crescimento espiritual do clero e do povo de Deus.

De forma indireta, condena nosso arcebispo emérito Dom Bonifácio Piccinini e nosso atual arcebispo, Dom Milton Antônio dos Santos. Ambos, dedicados inteiramente, com generosidade e abnegação ao Reino de Deus e à Igreja, não usam batina, como observou em junho passado uma fiel leiga presente a uma dessas contendas levadas a cabo por Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior e seus sequazes.

Ademais, o uso que ele faz da batina é puramente ideológico. Não a usa como veste, pois não a usa sempre. Usa-a apenas como instrumento de ataque àqueles que elegeu como seus desafetos. Essencial seria ele perguntar-se a si mesmo: “o que quero esconder ou o que quero mostrar com o uso da batina?” Não somos contra o uso da batina. Entendemos que identidade sacerdotal, bem construída, se expressa no testemunho pessoal e nas obras apostólicas e não na batina. Somos contra o uso ideológico que se faz dela e a condenação daqueles que “levam em conta a diversidade das pessoas, dos lugares e dos tempos.”

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior: uma pessoa controversa

Muitos dos problemas enfrentados pela Arquidiocese de Cuiabá têm origem, continuação e fim na pessoa do Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, dono de uma personalidade no mínimo controversa.

Apesar de todos os esforços de nosso querido Dom Milton Antônio dos Santos em busca da unidade, pouco se tem alcançado. Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior continua exercendo sua influência nefasta e dividindo o clero e o povo de Deus na arquidiocese de Cuiabá e no Regional Oeste II. E, mais importante, no SEDAC e nos seminaristas de todos os seminários do estado de Mato Groso.

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior ultrapassa os limites do fanatismo quando se trata de questões teológicas, eclesiais e pastorais. Não é um teólogo e nunca foi um homem de pastoral. É apenas um polêmico, capaz de julgar e condenar a todos que não se submetem aos seus ditames e interesses de carreira.

Guardião de ortodoxias e censor de plantão, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior costuma ser pouco honesto. Honestidade intelectual é proceder com humildade, modéstia, cautela nas críticas, observou recentemente o Papa Bento XVI em homilia ao clero da Diocese de Roma. A impetuosidade e o açodamento característicos da personalidade do Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior terminam por levá-lo a pecar contra a objetividade. Condena antes de saber de que se trata. Tem mais faro que inteligência, mais instinto que razão, mais paixão que serenidade, mais zelo doentio que honestidade.

Por ocasião da campanha eleitoral para a presidência da república, enfurnou-se em um cordão de calúnias, ameaças e difamação contra candidatos, contra o povo e contra a própria CNBB. A coisa se agravou a tal ponto que o arcebispo de Cuiabá teve que publicar uma carta proibindo o uso da missa e do sermão para campanhas político-partidárias.

Na mesma ocasião, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior publicou na rede mundial de computadores uma carta difamatória contra os bispos, chamando-os de cachorros. “Cachorros que latem, mas não mordem.” A atitude de Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior deixou muitos bispos do Regional Oeste II profundamente consternados.

Ultimamente, tem difamado a CNBB, os bispos do Brasil e o Concílio Vaticano II na rede de TV Canção Nova. Este fato foi denunciado na última Assembléia Geral da CNBB.

Não obstante os já mencionados esforços de nosso arcebispo em busca da unidade, nossa Arquidiocese se aprofunda mais e mais em divisões, inúteis, desnecessárias e nocivas ao crescimento humano e espiritual da parcela do povo de Deus que nos foi confiada.

Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores.

Pedindo a bênção de Vossas Excelências Reverendíssimas, despedimo-nos com o coração cheio de esperança de que muito em breve será encontrada uma solução para esta constrangedora situação que tem se consolidado em nossa Arquidiocese.

Na obediência, na fé e na comunhão para nunca mais acabar.

Fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?cid=110415&sid=3

Olavo de Carvalho

VAMOS LUTAR POR MAIS PADRES COMO NOSSO PADRE PAULO RICARDO, OREMOS PARA QUE A IGREJA NÃO RETROCEDA AO MUNDO E NEM AO RELATIVISMO DO CONFORMISMO, COMODISMO E PRESSÕES MARXISTAS QUE COM UMA NOVA ESTRATÉGIA AGEM COM POLÍTICOS E GRUPOS RADICAIS ANTI-CRSITÃOS E PORQUE NÃO DIZER ANTI-CATÓLICOS.

DCN

Razão do meu viver

28 de março de 2012 1 comentário

É preciso saber que temos uma razão para viver, é preciso saber que verdadeiramente existe um Deus e que este DEUS nos ama incondicionalmente, é preciso saber que ELE constantemente nos movimenta e que vai a todos os lugares conosco, nos amando e nos protegendo.

É fundamental que tenhamos na nossa razão, na nossa consciência a existência desse DEUS vivo que tudo criou e tudo cria. Tenho pena daqueles que não acreditam em DEUS, pois sofrem, justificando os erros de acordo com seus próprios orgulhos e assim justificando o mal, o tornando sempre presente e normal. Mas, para agonia deles todos, Jesus tem sua história cientificamente comprovada, então, até podem negar a Sua divindade para não sofrerem com seus egoísmos, mas, jamais poderão negar sua passagem pela terra, talvez isso seja a questão mais confusa dos incrédulos, que não acreditando são obrigados a aceitar, pois é inegável. Jesus homem está presente na história da humanidade, sua existência entre nós é comprovada, sua marca no mundo é admirada por todos e incompreensível. É confuso ver um homem que quebrou com tantas barreiras onde fez a graça superabundar e a lei foi um tabu quebrado, o amor superou a razão, assim como até hoje supera. Pois é, o Jesus homem nos leva ao Jesus divino, por isso que os incrédulos ficam confusos e não consegue aceitar aquela humanidade extrema, uma humanidade inebriada de amor, cheia do céu, cheia do misterioso, cheia do divino, consubstancial ao divino.

Devemos sempre com sucessivas tentativas mergulhar nos mistérios de Deus, porque digo tentativa? Por que deverá ser sempre e todos os dias, uma nova tentativa revela um novo mistério. Toda ciência do mundo não irá lhe dar a certeza da existência de Deus, nem toda Filosofia até mesmo teologia. Podemos dizer que se podem traçar caminhos, mas nunca lhe revelar a certeza, a verdade.

A verdade, a certeza de razão e alma só dependerá de cada um. Utilizar um caminho traçado ajuda, por exemplo, os escritos de Santo Agostinho, mas esses escritos não terão o mínimo sentido, o caminho não terá um horizonte se você não conseguir enxergar o sol, digo, enxergar Jesus. Por isso, devemos todos os dias tentar, orar e meditar a palavra para realmente termos uma experiência com Jesus. É preciso querer, devemos nos desarmar dos orgulhos que como muralhas cercam nossas necessidades e fraquezas, o orgulho que impede mostrar as feridas, o orgulho que impede de mostrar as enfermidades. Jesus veio para aqueles que necessitam Dele e não para aqueles que se julgam são. Pode um médico curar um doente que não diz onde está sua dor, onde se localiza sua ferida, e que se diz um não enfermo? Sabemos que mentimos para nós mesmos buscando ser uma pedra dura e forte, inabalável para que todos pudessem admirar, mas não somos. Pois é, meus caros! Somos um poço de sentimentos e se você quiser ser uma pedra isso vai ficar preso dentro de você até momento de não agüentar mais e rachar explodindo migalhas para todos os lados, ou seja, acabará morrendo, e não estou usando metáfora quando falei em morte, irá morrer mesmo.

Sempre nos achamos capacitado, mas Deus rejeita aqueles que se julgam capacitado, Ele quer nos capacitar, Deus nos vê mais profundamente, Ele enxerga a potencialidade, o coração, então, é preciso que possamos permitir isto, é preciso que abaixemos as armas que é o orgulho. Este sentimento impede que sejamos felizes, não permite sermos enxergados por Deus.

Se você clamar por Deus, Ele lhe atenderá, como já disse, basta querer. Alguém lhe prestará socorro se por acaso dentro de um buraco não gritar por ajuda? Alguém entrará na sua casa se não for convidado, ou melhor, você entraria em uma casa sem ser convidado? Jesus é humilde o suficiente para ficar esperando um convite seu, esperando um pedido de socorro, basta uma vez, basta apenas um pedido. Pois é, o meu, o seu, o nosso Deus todo poderoso, onipresente, onisciente, Senhor dos exércitos, Senhor do céu e da terra está na sua porta esperando apenas um convite, mesmo rejeitado, Ele está à espera de apenas um convite.

A razão do meu viver é a certeza da minha alma, a certeza da minha alma é a revelação divina e a revelação divina começa apenas com a quebra do meu orgulho: “Vem Senhor Jesus entra na minha casa, me ajuda nas feridas, cura a minha dor…”

Hoje deixemos Jesus entrar, não há alegria melhor que sentar-se à mesa com o Senhor.

Médico dos médicos, curai-nos.

Senhor dos senhores, perdoai-nos.

Santo dos santos, santificai-nos.

Deus, único Deus, salvai-nos.

DCN

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