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Archive for fevereiro \21\UTC 2010

Joelmir Beting: Lula, ato anti-social com o povo brasileiro.

21 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=dODTR0jBlGI&feature=player_embedded

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Categorias:Uncategorized

O PT lamentavelmente aprova o decreto de Lei 7.037 de 2009 em seu Congresso

21 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

O Partido dos Trabalhadores, em seu Congresso realizado de 18 a 20 de fev 2010, aprovou lamentavelmente o Programa Nacional de Direitos Humanos do governo, editado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de 2009, por Decreto. Os delegados do PT entenderam que o partido deve manifestar “apoio incondicional ao programa” por considerar que ele é “fruto de intenso processo de participação social”.

 O Plano de Direitos Humanos do Governo, que quase nada tem de direitos humanos, é criticado fortemente pelos militares, pela Igreja Católica, pelos setores do agronegócio, pela Imprensa, pelos Magistrados e outros segmentos da sociedade. A Igreja repudia a descriminalização do aborto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e com adoção de crianças, a retirada dos símbolos religiosos de locais públicos, a revisão da lei da Anistia, a restrição à liberdade de Imprensa. Dr. Ives Gandra Martins considerou o Programa “desumano”. É preciso que o povo católico saiba disso.

Fonte: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/ Apud  http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u696294.shtml

Vamos analisar em quem iremos votar nessas eleições de 2010.

A fé de uma mãe e dois milagres

10 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Recolhe minhas lágrimas

4 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Uma música de muito poder que nos faz ter paciência diante das demoras da vida.

Esse é o segredo, né Flavinho?

Espírito Paráclito

1 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Oh! Espírito Paráclito!
Do Pai e do Filho,
Fogo sagrado,
Resplandece o teu brilho.
Absoluta existência,
Queimas em chamas,
Em larvas ardentes,
O calor que Tu amas.
Ferves a água,
Tostas a terra,
Aumentas o fogo.
Vem, Espírito Criador!
Mostra o que surge,
O tudo e o nada,
A infinita certeza,
A verdade e o amor.
Toca os astros,
Ilumina as estrelas
E os planetas opacos.
Protege o anoitecer,
Ira veloz.
Descobre o amanhecer,
Vingança feroz.
Perdão! Purifica
O amor que Tu és.
Energia da vida,
Sopra o incêndio,
Esconde-Te na brasa,
O profeta, o silêncio.
Revela-Te no vento,
Assim Tu propagas,
Em língua perene,
A razão que conduz.
Doce Espírito Sereno,
Oh! Fogo da Luz…
Damião Ramos Cavalcanti

Fonte: http://www.drc.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=2045798

Natal sob a ponte

1 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

De novo, Natal. Se Jesus Cristo fosse nascer hoje, onde nasceria?  Ao lado de sua casa, em garagem de algum rico, num bairro de classe média, em uma favela, numa calçada, debaixo de alguma marquise ou da ponte de um rio seco? Enquanto Deus, Ele nunca teve necessidade de nascer. Preexiste a todas as coisas que teriam sido por Ele criadas. No entanto, para se comunicar melhor com os homens, ter-se-ia feito carne e habitado entre nós, conforme João (1,1 – 18), “para dar testemunho da luz” a um mundo que vive em trevas.
Protegeu-se na fuga para o Egito, como nos retrata Candido Portinari, para escapar das espadas de Herodes, decapitando crianças com a determinação de encontrar Aquele que, segundo as profecias, haveria de nascer. Herodes não o matou, porém, trinta e três anos depois, Pilatos lavou as mãos para que assim o fizessem. Enfim, como nos diz o belíssimo livro, que readquiri no sebo, do escritor romeno, Vintila Horia: “Deus nasceu no exílio”. Para se vivenciar o verdadeiro Natal, o caminho também é a fuga. Fugir do consumismo, do egoísmo, da inveja, da desonestidade, das injustiças que cometemos ou da omissão, deixando que elas sejam cometidas e, sobretudo, da falta de amor e da ofensa ao bem comum.
Mensagens, cartões nos são endereçados num grito uníssono de “Feliz Natal”, o que também nos desejam, em jingle pelo rádio e televisão, “as Casas Lindóia”. “Um, dois ou três, inda passa… industrializar o tema, eis o mal”, adverte Carlos Drummond, em Versiprosa.  Este barulho geralmente desconhece que, para viver o Natal com felicidade, é preciso experimentar a coragem da fuga. No poema “Natal”, Jorge de Lima identifica parte desses corajosos: “Feliz de quem, quando o ano termina, possui um doce e acolhedor abrigo: a companheira, o filho, a avó tão rara ou mesmo o amigo com quem possa se reunir em Cristo, e sua vida interior desperte viva de dentro de si uma alma de São Francisco; o amor generoso, o heroísmo estranho de beijar um leproso. De lembrar-se de que há no mundo criaturas de Deus pelo Natal sem companheira, e sem a avó tão rara e sem um beijo de mãe ou um beijo de filho, e até sem um livro que substitua o amigo”.
Se Jesus Cristo nascesse hoje, onde nasceria? Permita, caro leitor, que seja na sua casa, no abrigo do seu teto, mais precisamente em você.  Assim poderá haver Natal.

Damião Ramos Cavalcanti
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Ausência do tempo

1 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Traga-me de volta o passado,
Leve de volta o presente.
Onde está o futuro,
Esse eterno ausente?
Traga-me de volta o passado,
No lugar deste presente sem futuro…
Em descaso, atrase o futuro,
Mas, traga-me de volta o passado.

Traga-me o passado de volta,
O tempo não se revolta,
Ao saber que o tempo é tempo.
O meu passado é presente,
Enquanto viver por inteiro,
De um passado verdadeiro,
Sem subestimar o será,
Nem desmerecer o que é.

Passado com tantos presentes,
Não precisarás do ausente.
Trarás tempo maturo,
Ao deixares à frente o futuro.
Se desvalorizares o passado,
Pouco será o presente.

Se trazes de volta o passado,
Seria nascer de novo,
Sem perderes tempo vivido.
Imploro quase caído
E antes de ter morrido,
Tragam-me de volta o passado.

Damião Ramos Cavalcanti
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