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COMO ESTRELAS NA TERRA – FILME COMPLETO – LEGENDADO

10 de abril de 2012 Deixe um comentário

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Desastres naturais, guerras civis, tsunami no Japão, escassez de recursos…

16 de março de 2011 Deixe um comentário

Certa vez ouvi na televisão um senhor que dizia: “a partir do momento em que nascemos já nos
tornamos consumidores do planeta terra
”.

Essa frase de certa forma me tocou profundamente, pois, veio
uma reflexão do quanto somos irresponsáveis com o planeta terra e com a nossa
própria vida. Tudo o que é necessário para sobrevivermos, seja de forma
abundante ou não, está se esgotando. O petróleo está com seus dias contatados,
a fauna marinha teve uma perda enorme de suas espécies, e a cada dia que passa,
temos menos alimentos marinhos, a terra já não dá bons frutos como antes, as
lavouras suprem as necessidades, por enquanto. Não sou eu quem diz, e sim,
pesquisadores e cientistas.

Existe no mundo uma população crescente que cada vez consome
mais e mais, os recursos não mais suprirão a demanda. Acho que não
precisaria dizer no que vai resultar tudo isso, porque ninguém irá querer
sucumbir na miséria, então o resultado serão guerras.

Mas deixemos isso para depois, irei focar em algo mais
atual. Você está em sua casa e vendo televisão? Viu o que houve com o Japão?
Bem, isso não ocorre apenas no Japão, cidades brasileiras também estão sofrendo
com desastres naturais, guerras civis em Mianmar, Líbia, Egito, diversos países
africanos…queda de ditadores, países próximos a criar intervenções e sanções
econômicas, a violência do dia-a-dia nem se fala, pessoas matam sem nenhum sentimento. Está tudo meio turbulento, não está?

Agora você me diz: “Ah! Isso é mais um “textinho”
sensacionalista de um fanático religioso. Tudo isto que está acontecendo sempre
houve ao longo dos séculos”

Concordo com você, pelo ponto de vista do ceticismo
religioso, tudo isto que está acontecendo era de fato previsível, humanamente
possível de se prever, cenas historicamente repetidas ao longo dos tempos.  É lógico que o Japão que está situado no
centro de fissuras de placas tectônicas iria sofre um mal desses, mas não peço
que se espante e se desespere, apenas assista os noticiários e veja que muita
coisa se sucede e muito mais irá acontecer. Não se espante quando em um momento
bem breve estourar uma guerra por interesses econômicos, estou englobando todos
os assuntos que irão assolar a terra.

Mas, meu caro, uma coisa você vai ter que concordar que tudo
isto é humanamente previsível e espiritualmente alertado pelos profetas. A
Virgem Maria em aparições de Madjugorge, Gobi, Garabandal e etc… já tinha nos
alertado muito antes dos cientistas, sismógrafos, serviços de inteligência e
etc, etc, etc…

Os textos bíblicos são claros em relação a tudo isto…do
antigo testamento até o apocalipse. No livro do apocalipse tudo isto fica bem
mais claro, não quero lhe assustar, saiba que Deus é amor e não desespero, Deus
é amor e justo, Ele sempre visa o amor, mas não se esqueça Ele é JUSTO e sua justiça
é implacável.

Vejam os noticiários e observem de acordo com a palavra de Deus
tudo que está se sucedendo, continuem com suas vidas, não precisam se
desesperar, continuem trabalhando, estudando, levando seus filhos na escola, se
divertindo… Mas não se esqueça de Deus!

11 de setembro – Ataque as torres gêmeas

Chacina na catedral de Bagdá – anticristão matam católicos

Assassinato sem necessidade

Protestos na Líbia

Marcha do milhão no Egito

Fome e miséria na África

Tsunami na Indonesia

Enchente na Austrália

Nova Friburgo, Rio de Janeiro

Tornado em Uiraúna, interior da Paraíba

11 de março – Tsunami no Japão

Esses vídeos não foram para criar sensacionalismo, mas para voc6e perceber o que está acontecendo com o mundo.

Peça perdão dos seus pecados, peça por aqueles que não se
arrependem, orem bastante para que sejam cada vez mais santos, façam
penitência, pratiquem o jejum… o jejum pode ser perdoar um irmão, pode ser
deixar de comer algo que você queria muito pelos que passam fome, pode ser
deixar de ver uma novela ou um filme que não agrada a Deus. Faça o melhor para
tentarmos nos salvar e salvar este lindo planeta que Deus nos deu.

Prestem Atenção! Jesus está enviando os seus recados e quem
tiver ouvidos, ouçam o que o Espírito Santo diz!

Deus abençõe a todos!

DCN

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BBB – BIG BROTHER BRASIL. POR: LUIZ FERNANDO VERISSIMO

5 de fevereiro de 2011 Deixe um comentário

BIG BROTHER BRASIL
( Por: Luiz Fernando Veríssimo)
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço…A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,… encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE…
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.

Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?

São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir.


Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

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Vejam os candidatos pró-vida. Brasil sem aborto!

30 de setembro de 2010 Deixe um comentário

Acessem o site http://brasilsemaborto.com.br/index.php?action=campanha&cache=0.8656978297512978

Acompanhem no seu estado os candidatos que lutarão contra o aborto.

Não deixem que este mal caia sobre o Brasil

Louvado seja DEUS!

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A ditadura do PT, não vamos deixar nosso país virar pagão.

9 de agosto de 2010 1 comentário

Cristãos cuidado com as eleições de 2010, não vamos votar em anti-cristão, não vamos votar em abortistas.

Para especialistas, Programa Nacional de Direitos Humanos dá mais força ao Executivo

16 de abril de 2010 Deixe um comentário

 

Daniela Almeida

Maria Clara Prates

Publicação: 11/04/2010 09:08

Privilégio para as minorias em prejuízo da maioria, enfraquecimento do Legislativo, do Judiciário e das Forças Armadas, mais poder ao presidente da República e proposições que ferem a Constituição. Essas são apenas algumas das críticas ao Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) feitas por juristas, advogados constitucionalistas e integrantes do Ministério Público que discutem os pontos polêmicos desse documento, que já teve alguns projetos de leis encaminhados ao Congresso e ameaça com um retrocesso o sistema político brasileiro.

A principal crítica feita por especialistas é que o programa abandonou seu objetivo inicial para se transformar em novo projeto de governo, com forte cunho ideológico. Aprovado na íntegra, ele alteraria substancialmente a Constituição, ferindo várias cláusulas pétreas (imutáveis) e transformando o sistema político brasileiro atual em um regime parecido aos modelos de governo de países como Venezuela e Bolívia, de democracias instáveis e vistos com desconfiança pela opinião pública internacional. Isso porque o Executivo ganharia mais poder com prerrogativas que hoje são competências do Legislativo, como a aplicação de referendos e plebiscitos.


O documento, um verdadeiro Frankenstein, distorce o programa que deveria ser um roteiro para o desenvolvimento de políticas públicas em prol dos direitos humanos no país — iniciativa cobrada pela Organizações das Nações Unidas (ONU). O tamanho do imbróglio ficou evidenciado com o mea-culpa feito esta semana pelo próprio ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, que admitiu a correção em pelo menos 28 artigos — entre eles a legalização do aborto, a mediação do conflito na ocupação de propriedades e a exibição de símbolos religiosos em locais públicos. Esta última regra chega a ser, no mínimo, equivocada para o país com a maior população católica do planeta e que se orgulha de ter como símbolo nacional o Cristo Redentor, eleito uma das sete novas maravilhas do mundo.

Elaborado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH), que tem a frente Vannuchi, o programa é amplo e aborda temas que vão desde o casamento entre homossexuais, reintegração de posse em propriedades privadas, revisão da Lei da Anistia, reforma do Código de Processo Penal, criação de comissão para o monitoramento da imprensa e até tributação. Foi com base nas 512 proposições do projeto, distribuídas em 228 páginas, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, em dezembro, um decreto propondo o apoio e a criação de 27 leis (segundo a SDH, algumas já tramitam no Congresso), para a implantação do programa.

Conteúdo controverso

Devido a seu conteúdo controverso e questionável, a primeira reação negativa ao programa partiu de dentro do próprio governo, com a divulgação da proposta de criação da Comissão da Verdade, responsável por apurar tortura a guerrilheiros no período da ditadura, mas que não prevê a investigação de abusos por parte de militantes de esquerda. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os três comandantes das Forças Armadas reagiram e ameaçaram o presidente Lula com um pedido coletivo de demissão. A comissão seria apenas a ponta do iceberg. Não fosse a tentativa de caça às bruxas, o PNDH, que é, na verdade, uma terceira versão — as duas primeiras foram criadas durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) —, teria passado despercebido, segundo o advogado constitucionalista Ives Gandra Martins.

O programa altera o funcionamento de diversas esferas públicas, o que gerou a reação de diferentes setores da sociedade. No Judiciário, por exemplo, recomenda a aprovação de decretos e sugere que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue improcedente outras matérias. Pede ainda que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) crie parâmetros para fiscalizar a atuação do Judiciário. “Isso é uma tolice, um desconhecimento do que seja o Judiciário recomendar ao Supremo que julgue desta ou daquela maneira. Juiz é neutro. O PNDH considera o juiz um servidor público, quando ele é um agente político. Se viesse uma lei estabelecendo essas tolices, ela enfraqueceria o Judiciário, mas estou certo de que a Justiça consideraria inconstitucional a matéria”, diz o ex-ministro Carlos Velloso, ex-presidente do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (STF).

Mordaça

Para os veículos de comunicação, muitas vezes criticados pelo próprio presidente Lula por denunciar erros de gestão do governo, o programa é duro. Determina a fiscalização, prevê o pagamento de multas, penalização com o cancelamento de anúncios do governo e até mesmo a cassação de licença pública para emissoras de rádio e de TV, o que configura clara tentativa de intimidar as empresas do setor. O programa avança também sobre temas polêmicos, como o aborto, e discorre, ainda, sobre questões tributárias, com a criação do imposto sobre fortunas. No que se refere a propriedades urbanas e rurais, caso haja invasões, o PNDH determina que o conflito seja resolvido por meio de mediação entre proprietários e invasores, com recurso ao Judiciário apenas em um segundo momento. Na prática, a medida dificultaria o dono do imóvel ou do terreno a reaver o bem em menor tempo.

“O plano promove o fortalecimento do Estado a título dos direitos humanos, um tema que não se pode contestar. Mas como eles abordam tudo, na prática estão criando um novo modelo de governo”, avalia Gandra. Já o doutor em ciência política e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais Malco Camargos contemporiza: “É perigoso. Por outro lado, as nossas instituições são mais maduras. O plano erra na forma em como foi conduzido. O Executivo traz o PNDH sem o debate. As estruturas precisam ser repensadas, mas isso em conjunto com a sociedade”.

Pontos polêmicos

Aborto
PNDH: o programa apoia a aprovação de projeto de lei que descriminaliza o aborto, “considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.
Críticos: evocam a inviolabilidade do direito à vida, previsto na Constituição brasileira.

 
abortofotolog02.jpg image by danielfand

Homossexuais
PNDH: apoia projeto de lei sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo e tem como objetivo a promoção de ações para garantir o direito à adoção de crianças por casais homossexuais.
Críticos: alegam que o modelo de família previsto na Constituição é o heterossexual e que a adoção por casal homossexual influenciaria a opção sexual da criança, a qual só teria capacidade de escolha a partir de certa idade.

Educação
PNDH: indica a produção de material didático sobre os direitos humanos para a utilização e ensino na rede pública e determina a avaliação constante de professores da rede oficial, de acordo com os conceitos colocados pelo programa.
Críticos: dizem que essas seriam medidas que uniformizam o pensamento na educação e tiram a possibilidade de os professores discordarem do que prega o governo.

Imprensa

 

PNDH: prevê penalidades administrativas como advertência, multas e suspensão da programação e cassação no caso de veiculação de conteúdo que, na interpretação do Estado, vá contra os direitos humanos. Para tanto, o programa prevê o “acompanhamento editorial” das empresas de comunicação.
Críticos: protestam contra o que seria o cerceamento da liberdade da imprensa — garantido pela Constituição —, principal instituição de oposição a um governo.

Agronegócio
PNDH: coloca em xeque os investimentos no agronegócio que possam violar os direitos dos pequenos e médios produtores rurais e das chamadas populações tradicionais.
Críticos: defendem que a importância do Brasil como terceiro país no agronegócio estaria comprometida em prol da agricultura familiar, o que significaria um retrocesso econômico.

Reforma agrária e invasões

PNDH: propõem projeto de lei para regulamentar a reintegração de posse, “garantindo a observância do respeito aos direitos humanos”. Também propõe projeto de lei para institucionalizar a utilização de mediação em audiência pública entre os envolvidos e órgãos públicos.
Críticos: integrantes da bancada ruralista no Congresso reclamam que o programa dificulta a reintegração de posse aos proprietários que tenham suas terras invadidas.

Militares e ditadura
PNDH: prevê a criação de uma Comissão Nacional da Verdade que apure a violação dos direitos humanos por agentes do Estado na repressão a opositores.
Críticos: o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das Forças Armadas ameaçaram deixar seus cargos sob a alegação de que o programa promoveria uma caça às bruxas entre os militares, ignorando excessos cometidos por guerrilheiros.

Grandes fortunas
PNDH: pretende regulamentar a taxação do imposto sobre grandes fortunas, previsto na Constituição.
Críticos: juristas tributários afirmam que esse é um imposto que não deu certo em outros países por afugentar investimentos de empresas. A taxação privilegiaria ainda empresas multinacionais que, sediadas em outras nações, fugiriam do pagamento de divisas. Empresas locais seriam prejudicadas.

 
Obs.: O Texto teve adaptaçoes com fotos
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