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Archive for the ‘Poemas’ Category

FELIZ DIA DAS MÃES! Te amo muito mamãe!

11 de maio de 2012 Deixe um comentário

 

Mãe, me perdoa! Me perdoa porque a senhora não é a pessoa mais importante da minha vida. Perdoa-me, porque antes da senhora tenho predileção por outras pessoas.

Perdoa-me porque antes de partilhar minha vida e escutar seus conselhos eu já tinha feito isso antes com outras pessoas e eram conselhos bem mais agradáveis que os vossos.

Perdoa-me porque antes mesmo de olhar para ti, olho antes para estas pessoas, não que a senhora não me fortaleça, sinto grande fortaleza vinda do seu coração, mas as outras pessoas me fortalecem mais.

Não se preocupe mamãe essas três pessoas são boas, não fique triste, aliás, eu sei que a senhora não ficará triste, foi a senhora mesmo que os me apresentou.

Lembro-me que em toda minha vida me entregaste e me confiaste a essas pessoas, não me culpe, quem me apresentou essas três maravilhosas pessoas foi a senhora e me apresentou com tanto amor que eu não resisti em amá-los mais que a senhora.

Obrigado mamãe a senhora não sabe o quanto fico feliz em ter sido entregue a estas pessoas, no início eram estranhas para mim, mas quando fui me aproximando, fui me envolvendo por um amor tão inexplicável que minhas palavras ao tentar defini-los podem ser medíocres, talvez não conseguiria expressar este amor, não tenho força de esmagar como eles me esmagam, pois fazem isso sem me ferir.

Apresentaste-me essas três pessoas desde que nasci e me ensinaste a amá-los tanto que eles tomaram seu lugar em meu coração, os amei com tanta força, com toda minha alma, com todo meu coração que agora eu os amo como um só, o que era três agora se tornou um, então, estás agora como a segunda pessoa mais amada.

Agora há apenas um a frente da senhora, a senhora é a segunda mais importante. Peço que não se preocupe, porque entre as criaturas viventes estás em primeiro lugar.

Obrigado mamãe, pois o amor predileto da senhora agora é meu amor predileto.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo me envolveram como uma casa aconchegante, todos Eles unidos como um, de fato, escondeu-me em Sua grande luz, minha pequenez se perde por esta grande luz. Nem consegues me ver mais, né mamãe?

Sei que a senhora me entende, porque a mesma fonte que te alimentou a vida inteira, agora me alimenta.

Não sei como te agradecer mamãe, mas saiba mãe, todos os dias agradeço a Eles pela sua vida e por Eles terem me dado a ti, obrigado porque me ensinaste a voltar para Eles.

Te amo muito, FELIZ DIA DAS MÃES!

DCN

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O Amor não é amado!

7 de abril de 2010 Deixe um comentário

Este é o planeta em que vivemos, planeta de belas paisagens, planeta de belos animais… dentre tudo que existe neste planeta existem seres mais belo que o ouro e a prata. Desde o início da criação destes seres Deus se alegrou profundamente, era a sua maior criação, a sua maior alegria. Disse Deus aos seus anjos que os protegessem, disse a todas as outras criaturas que deveriam servir a esta bela criação e que se fosse necessário deveriam se entregar em sacrifício para satisfazê-los, todas as criaturas seriam para agradar unicamente a esta bela criação. Deus amou tanto que os quis como deuses temidos por todas outras criaturas, Deus deu a essas criaturas a sua imagem e  semelhança, deu o livre arbítrio.

As criaturas preferidas de Deus adoravam e se regozijavam daquela “supremacia” que para elas foram dadas, queriam a todo momento a proteção dos anjos, queriam a todo momento os sacrifícios das demais criaturas.

Deus as amava tanto que disse-lhes:  reproduzam-se, eu quero milhares de vocês, eu quero filhos e mais filhos. Deus amou tanto que os chamou de filhos.

As criaturas amadas e “perfeitas” adoravam as outras se sacrificando por elas, adoravam tanto que não mais se compadeciam dos sacrifícios e nem agradeciam ao criador pela força que Ele permitiu que as tivessem.

Criaram templos para si próprios, criaram ordens para si próprios, criaram vida para si próprios, não existia mais o templo de Deus, não existia mais as ordens de Deus e não existia mais a vida em Deus.

O tempo passou e as criaturas amadas de Deus se cansaram dos sacrifícios dos animais que lhes foram concedidas, começaram a se perder na avareza, Deus os quis como deuses e eles agora unicamente querem ser “Deus”, com onipotência.

Cansaram da proteção dos anjos, pois se acharam imortais; não se agradavam mais pelos sacrifícios das outras criaturas, pois a soberba os levou a fazerem sacrifícios de sua própria estirpe, para sua própria “honraria”.

Destruíram todas as criaturas que Deus criou, e, agora as amadas querem se autodestruir.

Deus está agora profundamente triste, pois tudo que Ele amou profundamente e deu “toda força”, na terra, agora querem ser responsáveis, até mesmo pelo mundo que maltratam.

Deus olhou de cima e soltou uma lágrima, essa lágrima era uma criança, filho unigênito, consubstancial a Ele. Deus teve que intervir pessoalmente para que seus amados parassem de se matar, parassem de destruir tudo o que Ele criou. Deus mandou seu ultimato, e vejam, os amados Dele, os mataram e beberam do seu sangue, sortearam suas vestes e o imolaram.

O pai deixa uma lágrima cair até hoje, todos os dias.

O Pai chora tentando salvar seus amados toda vez que o Padre diz, na Santa Missa: “Esse é o meu corpo que será entregue por vós”

Daniel C. Neves

DCN

Espírito Paráclito

1 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Oh! Espírito Paráclito!
Do Pai e do Filho,
Fogo sagrado,
Resplandece o teu brilho.
Absoluta existência,
Queimas em chamas,
Em larvas ardentes,
O calor que Tu amas.
Ferves a água,
Tostas a terra,
Aumentas o fogo.
Vem, Espírito Criador!
Mostra o que surge,
O tudo e o nada,
A infinita certeza,
A verdade e o amor.
Toca os astros,
Ilumina as estrelas
E os planetas opacos.
Protege o anoitecer,
Ira veloz.
Descobre o amanhecer,
Vingança feroz.
Perdão! Purifica
O amor que Tu és.
Energia da vida,
Sopra o incêndio,
Esconde-Te na brasa,
O profeta, o silêncio.
Revela-Te no vento,
Assim Tu propagas,
Em língua perene,
A razão que conduz.
Doce Espírito Sereno,
Oh! Fogo da Luz…
Damião Ramos Cavalcanti

Fonte: http://www.drc.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=2045798

Ausência do tempo

1 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Traga-me de volta o passado,
Leve de volta o presente.
Onde está o futuro,
Esse eterno ausente?
Traga-me de volta o passado,
No lugar deste presente sem futuro…
Em descaso, atrase o futuro,
Mas, traga-me de volta o passado.

Traga-me o passado de volta,
O tempo não se revolta,
Ao saber que o tempo é tempo.
O meu passado é presente,
Enquanto viver por inteiro,
De um passado verdadeiro,
Sem subestimar o será,
Nem desmerecer o que é.

Passado com tantos presentes,
Não precisarás do ausente.
Trarás tempo maturo,
Ao deixares à frente o futuro.
Se desvalorizares o passado,
Pouco será o presente.

Se trazes de volta o passado,
Seria nascer de novo,
Sem perderes tempo vivido.
Imploro quase caído
E antes de ter morrido,
Tragam-me de volta o passado.

Damião Ramos Cavalcanti
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Saudade de mim mesmo

1 de fevereiro de 2010 Deixe um comentário

Tenho saudade de mim,
De um tempo que já se foi,
Da cidade em que morava,
Do sítio, do rio à casa.
Ai que saudade de mim,
Das ruas, fugas amadas,
De todos breves instantes,
Da possível eternidade,
Da minha tenra idade,
Saudade de mim mesmo.
As cheias levam a memória,
As margens seguram a esmo
Um mundo que ainda sorri.
Tenho saudade de mim.
Damião Ramos Cavalcanti

Fonte: http://www.drc.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=2022680

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