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Razão do meu viver

28 de março de 2012 1 comentário

É preciso saber que temos uma razão para viver, é preciso saber que verdadeiramente existe um Deus e que este DEUS nos ama incondicionalmente, é preciso saber que ELE constantemente nos movimenta e que vai a todos os lugares conosco, nos amando e nos protegendo.

É fundamental que tenhamos na nossa razão, na nossa consciência a existência desse DEUS vivo que tudo criou e tudo cria. Tenho pena daqueles que não acreditam em DEUS, pois sofrem, justificando os erros de acordo com seus próprios orgulhos e assim justificando o mal, o tornando sempre presente e normal. Mas, para agonia deles todos, Jesus tem sua história cientificamente comprovada, então, até podem negar a Sua divindade para não sofrerem com seus egoísmos, mas, jamais poderão negar sua passagem pela terra, talvez isso seja a questão mais confusa dos incrédulos, que não acreditando são obrigados a aceitar, pois é inegável. Jesus homem está presente na história da humanidade, sua existência entre nós é comprovada, sua marca no mundo é admirada por todos e incompreensível. É confuso ver um homem que quebrou com tantas barreiras onde fez a graça superabundar e a lei foi um tabu quebrado, o amor superou a razão, assim como até hoje supera. Pois é, o Jesus homem nos leva ao Jesus divino, por isso que os incrédulos ficam confusos e não consegue aceitar aquela humanidade extrema, uma humanidade inebriada de amor, cheia do céu, cheia do misterioso, cheia do divino, consubstancial ao divino.

Devemos sempre com sucessivas tentativas mergulhar nos mistérios de Deus, porque digo tentativa? Por que deverá ser sempre e todos os dias, uma nova tentativa revela um novo mistério. Toda ciência do mundo não irá lhe dar a certeza da existência de Deus, nem toda Filosofia até mesmo teologia. Podemos dizer que se podem traçar caminhos, mas nunca lhe revelar a certeza, a verdade.

A verdade, a certeza de razão e alma só dependerá de cada um. Utilizar um caminho traçado ajuda, por exemplo, os escritos de Santo Agostinho, mas esses escritos não terão o mínimo sentido, o caminho não terá um horizonte se você não conseguir enxergar o sol, digo, enxergar Jesus. Por isso, devemos todos os dias tentar, orar e meditar a palavra para realmente termos uma experiência com Jesus. É preciso querer, devemos nos desarmar dos orgulhos que como muralhas cercam nossas necessidades e fraquezas, o orgulho que impede mostrar as feridas, o orgulho que impede de mostrar as enfermidades. Jesus veio para aqueles que necessitam Dele e não para aqueles que se julgam são. Pode um médico curar um doente que não diz onde está sua dor, onde se localiza sua ferida, e que se diz um não enfermo? Sabemos que mentimos para nós mesmos buscando ser uma pedra dura e forte, inabalável para que todos pudessem admirar, mas não somos. Pois é, meus caros! Somos um poço de sentimentos e se você quiser ser uma pedra isso vai ficar preso dentro de você até momento de não agüentar mais e rachar explodindo migalhas para todos os lados, ou seja, acabará morrendo, e não estou usando metáfora quando falei em morte, irá morrer mesmo.

Sempre nos achamos capacitado, mas Deus rejeita aqueles que se julgam capacitado, Ele quer nos capacitar, Deus nos vê mais profundamente, Ele enxerga a potencialidade, o coração, então, é preciso que possamos permitir isto, é preciso que abaixemos as armas que é o orgulho. Este sentimento impede que sejamos felizes, não permite sermos enxergados por Deus.

Se você clamar por Deus, Ele lhe atenderá, como já disse, basta querer. Alguém lhe prestará socorro se por acaso dentro de um buraco não gritar por ajuda? Alguém entrará na sua casa se não for convidado, ou melhor, você entraria em uma casa sem ser convidado? Jesus é humilde o suficiente para ficar esperando um convite seu, esperando um pedido de socorro, basta uma vez, basta apenas um pedido. Pois é, o meu, o seu, o nosso Deus todo poderoso, onipresente, onisciente, Senhor dos exércitos, Senhor do céu e da terra está na sua porta esperando apenas um convite, mesmo rejeitado, Ele está à espera de apenas um convite.

A razão do meu viver é a certeza da minha alma, a certeza da minha alma é a revelação divina e a revelação divina começa apenas com a quebra do meu orgulho: “Vem Senhor Jesus entra na minha casa, me ajuda nas feridas, cura a minha dor…”

Hoje deixemos Jesus entrar, não há alegria melhor que sentar-se à mesa com o Senhor.

Médico dos médicos, curai-nos.

Senhor dos senhores, perdoai-nos.

Santo dos santos, santificai-nos.

Deus, único Deus, salvai-nos.

DCN

Palavras do Monsenhor Jonas Abib – Estamos numa batalha decisiva

13 de abril de 2010 1 comentário

Toda a pregação de Jesus é voltada para “O Reino”: “O Reino de Deus é semelhante…”, “O Reino de Deus é comparado…”, “O Reino de Deus…”. Trata-se de um Reino onde, naturalmente, há um rei e existem leis. Há ainda um povo, ou seja, pessoas que obedecem e soldados que lutam por esse Reino. Você se lembra da palavra de Jesus? “A partir dos dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e violentos procuram arrebatá-lo” (Mt 11,12). São os violentos! Quer dizer: são os fortes que o conquistam. Estamos num período de implantação do Reino. O Reino de Deus acontecerá e mais do que nunca Deus já está separando as águas. De que lado você ficará?

Por enquanto, o príncipe deste mundo está reinando. E, sabendo que pouco tempo lhe resta, veio com todo furor e ira contra nós. Por isso nosso sofrimento aumentou – a maldade, a corrupção, a deslealdade, o ódio, a destruição, a violência, a agressividade, os assassinatos, os roubos, os vícios, o despudor. Estamos perdendo nossos filhos, nossas famílias… “É agora o julgamento deste mundo. Agora o chefe deste mundo vai ser expulso […]” (Jo 12,31).

Estamos agora numa batalha decisiva. Ou ficamos de um lado, lutamos e damos de tudo por Deus, ou fatalmente caímos para o outro lado.

(Trecho do livro “Céus Novos uma Terra Nova” de Monsenhor Jonas Abib)

Monsenhor Jonas Abib
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

O Amor não é amado!

7 de abril de 2010 Deixe um comentário

Este é o planeta em que vivemos, planeta de belas paisagens, planeta de belos animais… dentre tudo que existe neste planeta existem seres mais belo que o ouro e a prata. Desde o início da criação destes seres Deus se alegrou profundamente, era a sua maior criação, a sua maior alegria. Disse Deus aos seus anjos que os protegessem, disse a todas as outras criaturas que deveriam servir a esta bela criação e que se fosse necessário deveriam se entregar em sacrifício para satisfazê-los, todas as criaturas seriam para agradar unicamente a esta bela criação. Deus amou tanto que os quis como deuses temidos por todas outras criaturas, Deus deu a essas criaturas a sua imagem e  semelhança, deu o livre arbítrio.

As criaturas preferidas de Deus adoravam e se regozijavam daquela “supremacia” que para elas foram dadas, queriam a todo momento a proteção dos anjos, queriam a todo momento os sacrifícios das demais criaturas.

Deus as amava tanto que disse-lhes:  reproduzam-se, eu quero milhares de vocês, eu quero filhos e mais filhos. Deus amou tanto que os chamou de filhos.

As criaturas amadas e “perfeitas” adoravam as outras se sacrificando por elas, adoravam tanto que não mais se compadeciam dos sacrifícios e nem agradeciam ao criador pela força que Ele permitiu que as tivessem.

Criaram templos para si próprios, criaram ordens para si próprios, criaram vida para si próprios, não existia mais o templo de Deus, não existia mais as ordens de Deus e não existia mais a vida em Deus.

O tempo passou e as criaturas amadas de Deus se cansaram dos sacrifícios dos animais que lhes foram concedidas, começaram a se perder na avareza, Deus os quis como deuses e eles agora unicamente querem ser “Deus”, com onipotência.

Cansaram da proteção dos anjos, pois se acharam imortais; não se agradavam mais pelos sacrifícios das outras criaturas, pois a soberba os levou a fazerem sacrifícios de sua própria estirpe, para sua própria “honraria”.

Destruíram todas as criaturas que Deus criou, e, agora as amadas querem se autodestruir.

Deus está agora profundamente triste, pois tudo que Ele amou profundamente e deu “toda força”, na terra, agora querem ser responsáveis, até mesmo pelo mundo que maltratam.

Deus olhou de cima e soltou uma lágrima, essa lágrima era uma criança, filho unigênito, consubstancial a Ele. Deus teve que intervir pessoalmente para que seus amados parassem de se matar, parassem de destruir tudo o que Ele criou. Deus mandou seu ultimato, e vejam, os amados Dele, os mataram e beberam do seu sangue, sortearam suas vestes e o imolaram.

O pai deixa uma lágrima cair até hoje, todos os dias.

O Pai chora tentando salvar seus amados toda vez que o Padre diz, na Santa Missa: “Esse é o meu corpo que será entregue por vós”

Daniel C. Neves

DCN

PAPA DEIXA REPÚBLICA TCHECA CONVIDANDO JOVENS A CONSTRUÍREM MUNDO QUE REFLITA BELEZA DIVINA

28 de setembro de 2009 Deixe um comentário

Praga, 28 set (RV) – Bento XVI concluiu esta tarde a sua 13ª viagem apostólica internacional. Por volta das 17h locais, o Santo Padre deixou a Nunciatura Apostólica de Praga, após despedir-se dos funcionários e colaboradores da mesma, dirigindo-se para o aeroporto da capital tcheca, onde o aguardava, entre outros, o presidente da República, Václav Klaus – acompanhado de sua consorte. A cerimônia de despedida teve lugar no prédio do Cerimonial de Estado do aeroporto, diante do qual se encontrava estacionado o Airbus A319, avião da Presidência da República Tcheca que trouxe o pontífice de volta para Roma.

Após as honras militares, a execução dos hinos do Vaticano e da República Tcheca, e o discurso do presidente Klaus, o Santo Padre proferiu seu discurso, agradecendo pela generosa hospitalidade durante sua breve permanência no país, felicitando mais uma vez o presidente por seu onomástico, neste dia em que a nação celebra o seu protetor e padroeiro, São Venceslau.

O pontífice agradeceu também às autoridades eclesiásticas e a todos aqueles que trabalharam para assegurar o bom êxito dos vários encontros e celebrações.

“Naturalmente, incluo em meus agradecimentos as autoridades, os meios de comunicação e os muitos voluntários que ajudaram para o afluxo regular das pessoas, e todos os fiéis que rezaram a fim de que essa visita trouxesse bons frutos para a nação tcheca e para a Igreja nesta região.”

Em seguida, Bento XVI recordou os momentos de oração e as liturgias celebradas, aludindo à história cristã do país e a seus numerosos santos e mártires:

“A Igreja neste país foi verdadeiramente abençoada com uma extraordinária fileira de missionários e de mártires, bem como de santos contemplativos, entre os quais gostaria de recordar, de modo particular, Santa Inês da Boêmia, cuja canonização, vinte anos atrás, foi mensageira da libertação deste país da opressão ateia.”

O papa ressaltou ainda a importância do ecumenismo, particularmente em vista da história atribulada da região; o papel dos estudiosos na promoção da reconciliação e a superação das diferenças. Nesse contexto, o Santo Padre recordou seus encontros com expoentes do mundo ecumênico e do mundo acadêmico:

“O meu encontro de ontem com os representantes de outras comunidades cristãs me confirmou a importância do diálogo ecumênico nesta terra que muito sofreu pelas conseqüências da divisão religiosa no tempo da guerra dos Trinta anos. Já foi feito muito para curar as feridas do passado, e foram dados passos decisivos no caminho da reconciliação e da verdadeira unidade em Cristo. A comunidade acadêmica tem um importante papel a desempenhar na ulterior edificação desses sólidos fundamentos, mediante uma íntegra busca da verdade. Foi para mim um prazer ter a oportunidade de encontrar-me ontem com os representantes das universidades deste país, e expressar o meu apreço pela nobre missão à qual eles dedicam a vida.”

Em seguida, Bento XVI referiu-se ao encontro com os jovens, fazendo uma exortação a construírem um mundo que reflita a beleza de Deus:

“Fiquei particularmente feliz por encontrar os jovens e encorajá-los a construírem o mundo baseado nas melhores tradições do passado desta nação, particularmente, na herança cristã. Segundo um dito atribuído a Franz Kafka, “Quem mantém a capacidade de ver a beleza jamais envelhece” (Gustav Janouch, Conversações com Kafka).”

“Se os nossos olhos permanecerem abertos à beleza da criação de Deus e as nossas mentes à beleza da sua verdade, então poderemos realmente esperar permanecer jovens e construir um mundo que reflita algo da beleza divina, de modo a oferecer inspiração às futuras gerações para que façam o mesmo” – exortou o Santo Padre.

O papa encerrou seu discurso de despedida invocando o Menino Jesus de Praga, a fim de que continue inspirando e conduzindo o presidente Klaus e todas as famílias da nação tcheca. “Que Deus a todos vos abençoe!” – concluiu.

Encerrada a cerimônia, às 18h15 locais, o Airbus A319 – com o papa e comitiva a bordo – deixou o aeroporto de Praga com destino ao aeroporto romano Ciampino, aonde chegou pouco antes das 20h locais.

Dali, o Santo Padre prosseguiu de automóvel para a residência pontifícia de Castel Gandolfo, concluindo assim a sua 13ª viagem apostólica internacional, que teve como lema “O amor de Cristo é a nossa força”. (RL)

Fonte:http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=320225

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