Arquivo

Posts Tagged ‘jovens’

NÃO AO PNDH-3!

8 de novembro de 2010 3 comentários

Pessoal, restam poucos meses para Lula sair e agora será pior, seu fantoche pelotão de reserva foi escalada, ela assumira o Brasil. Como sabemos Dilma irá dar continuidade do Governo Lula e levará adiante todos os projetos, inclusive, o PNDH-3.

O terceiro plano nacional de direitos humanos (que de direitos humanos não tem nada) é um projeto antigo do PT para controlar a mídia, atacar as igrejas cristãs, descriminalizar o aborto, legalizar a prostituição (com carteira assinada e fundação de categoria da profissão), fazer casamentos de homossexuais, proibir símbolos religiosos, rstringir progrmações religiosas na mídia, formalizar as invasões criminosas de terras, penalizar os meios de comunicações caso sejam contrários ao plano com a perda dos direitos de transmissões e multa e o pior lhe prender alegando discriminação caso você seja contrário ao plano. Ou seja, mordaça na população contrariando nossos direitos reservados na Constituição Federal de liberdade de expressão.

Se junte a todos os Cristãos do Nosso País, seja você também um soldado corajoso de Cristo Jesus.

Acessem este link e participe da mobilização pela liberdade no nosso País e contra a morte de várias vidas inocentes:

http://www.ipco.org.br/home/divulgue

Dom Aldo Pagotto-Direito a vida, aborto e eleições 2010

19 de outubro de 2010 Deixe um comentário

Padre José Augusto, o PT não pode ganhar essas eleições

5 de outubro de 2010 5 comentários

O Pastor Piragine se manifestou, a CNBB se manifestou, Prof. Felipe de Aquino se manifestou, Pastor Silas Malafaia se manifestou, Padre Roger CN se manifestou, Padre José Augusto se manifestou…agora é a sua vez de se manifestar. Cristãos não vamos deixar que projetos que ofendem a moral cristã, que ofende Deus possa ganhar, não deixem o PT vencer essas eleições.

No segundo turno não podemos deixar o comunismo, o terrorismo, o aborto, a censura… vencer.

Não votem em DILMA Roussef!!!

A perseguição aos Cristãos não pode vencer, Dilma não pode ser presidente do Brasil é contraditório para nós Cristãos.

Apóio a posição do Padre josé Augusto, se ele é obrigado a votar, então, ele tem o direito de falar o que pensa e no que acredita, a liberdade de expressão da constituição lhe dá este direito sob a democracia.
Deus usou o Padre, eu sou católico e como ele não ficarei calado.
Analisem o histórico do PT e seus participantes e vocês irão ver que se o PT ganhar sérios problemas a Igreja Católica terá.
Mas eles não vão ganhar, porque DEUS ganhou no primeiro turno e ganhará no segundo para o bem dos filhos da Terra de Santa Cruz.

Repito as palavras do Padre: Covardes!

Se Pedro e Paulo estivessem aqui em carne e osso “vivos” ai ai ai, aí vocês iriam ver como se gritaria em nome de DEUS.

Padre José Augusto foi Pedro, foi Paulo, FOI CRISTO JESUS!

VAMOS JUNTOS FAZERMOS UMA CORRENTE DE FÉ, CATÓLICOS E EVANGÉLICOS LUTANDO POR CRISTO, LUTANDO POR UM PAÍS MELHOR.

CRISTO SEMPRE VENCERÁ!

A evangelização em todos os dias, em todos momentos, a cada instante.

6 de agosto de 2010 Deixe um comentário

Temos como conceito de evangelização anunciar a boa nova e transmitir a palavra de DEUS, mas, não praticamos por completo. Pensamos que evangelizar é pregar em um grupo de oração, pensamos que evangelizar cantar e dançar em um evento religioso. Pensamos que evangelizar é sorrir e estar incansavelmente nas obrigações da Igreja.

Pois digo, evangelizar é muito mais do que isso, porque o mundo precisa ver pessoas diferentes por aí a fora.

Partimos para o seguinte pensamento: está você em algum lugar, seja em um banco, restaurante e etc. você vê uma pessoa que periodicamente frequenta sua comunidade, a mesma igreja…você passa por essa pessoa e nem a cumprimenta. Automaticamente aquela pessoa vai julgar a igreja por você, vai dizer: aquela menina(o) faz parte da mesma comunidade que frequento e nem se quer me cumprimentou, ou seja, você perdeu a chance de demonstrar um mundo diferente, o mundo de Cristo.

Talvez você esteja pensando que isso é besteira, mas não é. As pessoas esperam atenção, principalmente daqueles que buscam a verdade, afinal, a verdade deve ser partilhada. Mas você preso na insegurança acha que isso não é necessário e passa arrogante com seu coração “empinado”. Seu coração é de carne e deve agir como realmente o é, principalmente o coração batizado pelo Espírito Santo, desse será cobrado em dobro, na medida da medida.

Evangelizar é dar atenção a todos sem distinções, sabendo que ali (na pessoa) está o próprio Cristo.

Você pode também partir para a seguinte ótica: Ah! Não irei falar com essa pessoa porque ela fez isso ou aquilo. Usa de prejulgamentos dos sepulcros caiados, pois é, você que está na Igreja pode ser um perfeito sepulcro caiado. Cuidado! Seja Cristo!

Cuidado para você não ser um atirador, como diz a música de Lenine:

Atire a primeira, atire a segunda…até descarregar o tambor…

Atirador tarda mais não falha, atirador não tem dó quando atira, atirador é o dublê da ira, ele só sabe o nome, só viu o retrato. Alma sebosa é mais barato.

 

 

Você tem medo de se aproximar dos pecadores? TEM? SAIBA QUE VOCÊ FAZ PARTE DO MESMO REBANHO!

Não existe pecado maior ou menor, existe pecado. O salário do pecado é a morte.

Não seja um atirador que só sabe o nome ou só viu o retrato, seja um Cristão evangelizador.

Nas pequenas atitudes você levará muitas almas para DEUS.

*Aconselho vocês lerem o artigo: Abençoados Perseguidores. Nesse mesmo Blog.

Paz e Bem!

DCN

Para especialistas, Programa Nacional de Direitos Humanos dá mais força ao Executivo

16 de abril de 2010 Deixe um comentário

 

Daniela Almeida

Maria Clara Prates

Publicação: 11/04/2010 09:08

Privilégio para as minorias em prejuízo da maioria, enfraquecimento do Legislativo, do Judiciário e das Forças Armadas, mais poder ao presidente da República e proposições que ferem a Constituição. Essas são apenas algumas das críticas ao Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) feitas por juristas, advogados constitucionalistas e integrantes do Ministério Público que discutem os pontos polêmicos desse documento, que já teve alguns projetos de leis encaminhados ao Congresso e ameaça com um retrocesso o sistema político brasileiro.

A principal crítica feita por especialistas é que o programa abandonou seu objetivo inicial para se transformar em novo projeto de governo, com forte cunho ideológico. Aprovado na íntegra, ele alteraria substancialmente a Constituição, ferindo várias cláusulas pétreas (imutáveis) e transformando o sistema político brasileiro atual em um regime parecido aos modelos de governo de países como Venezuela e Bolívia, de democracias instáveis e vistos com desconfiança pela opinião pública internacional. Isso porque o Executivo ganharia mais poder com prerrogativas que hoje são competências do Legislativo, como a aplicação de referendos e plebiscitos.


O documento, um verdadeiro Frankenstein, distorce o programa que deveria ser um roteiro para o desenvolvimento de políticas públicas em prol dos direitos humanos no país — iniciativa cobrada pela Organizações das Nações Unidas (ONU). O tamanho do imbróglio ficou evidenciado com o mea-culpa feito esta semana pelo próprio ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, que admitiu a correção em pelo menos 28 artigos — entre eles a legalização do aborto, a mediação do conflito na ocupação de propriedades e a exibição de símbolos religiosos em locais públicos. Esta última regra chega a ser, no mínimo, equivocada para o país com a maior população católica do planeta e que se orgulha de ter como símbolo nacional o Cristo Redentor, eleito uma das sete novas maravilhas do mundo.

Elaborado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH), que tem a frente Vannuchi, o programa é amplo e aborda temas que vão desde o casamento entre homossexuais, reintegração de posse em propriedades privadas, revisão da Lei da Anistia, reforma do Código de Processo Penal, criação de comissão para o monitoramento da imprensa e até tributação. Foi com base nas 512 proposições do projeto, distribuídas em 228 páginas, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, em dezembro, um decreto propondo o apoio e a criação de 27 leis (segundo a SDH, algumas já tramitam no Congresso), para a implantação do programa.

Conteúdo controverso

Devido a seu conteúdo controverso e questionável, a primeira reação negativa ao programa partiu de dentro do próprio governo, com a divulgação da proposta de criação da Comissão da Verdade, responsável por apurar tortura a guerrilheiros no período da ditadura, mas que não prevê a investigação de abusos por parte de militantes de esquerda. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os três comandantes das Forças Armadas reagiram e ameaçaram o presidente Lula com um pedido coletivo de demissão. A comissão seria apenas a ponta do iceberg. Não fosse a tentativa de caça às bruxas, o PNDH, que é, na verdade, uma terceira versão — as duas primeiras foram criadas durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) —, teria passado despercebido, segundo o advogado constitucionalista Ives Gandra Martins.

O programa altera o funcionamento de diversas esferas públicas, o que gerou a reação de diferentes setores da sociedade. No Judiciário, por exemplo, recomenda a aprovação de decretos e sugere que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue improcedente outras matérias. Pede ainda que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) crie parâmetros para fiscalizar a atuação do Judiciário. “Isso é uma tolice, um desconhecimento do que seja o Judiciário recomendar ao Supremo que julgue desta ou daquela maneira. Juiz é neutro. O PNDH considera o juiz um servidor público, quando ele é um agente político. Se viesse uma lei estabelecendo essas tolices, ela enfraqueceria o Judiciário, mas estou certo de que a Justiça consideraria inconstitucional a matéria”, diz o ex-ministro Carlos Velloso, ex-presidente do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (STF).

Mordaça

Para os veículos de comunicação, muitas vezes criticados pelo próprio presidente Lula por denunciar erros de gestão do governo, o programa é duro. Determina a fiscalização, prevê o pagamento de multas, penalização com o cancelamento de anúncios do governo e até mesmo a cassação de licença pública para emissoras de rádio e de TV, o que configura clara tentativa de intimidar as empresas do setor. O programa avança também sobre temas polêmicos, como o aborto, e discorre, ainda, sobre questões tributárias, com a criação do imposto sobre fortunas. No que se refere a propriedades urbanas e rurais, caso haja invasões, o PNDH determina que o conflito seja resolvido por meio de mediação entre proprietários e invasores, com recurso ao Judiciário apenas em um segundo momento. Na prática, a medida dificultaria o dono do imóvel ou do terreno a reaver o bem em menor tempo.

“O plano promove o fortalecimento do Estado a título dos direitos humanos, um tema que não se pode contestar. Mas como eles abordam tudo, na prática estão criando um novo modelo de governo”, avalia Gandra. Já o doutor em ciência política e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais Malco Camargos contemporiza: “É perigoso. Por outro lado, as nossas instituições são mais maduras. O plano erra na forma em como foi conduzido. O Executivo traz o PNDH sem o debate. As estruturas precisam ser repensadas, mas isso em conjunto com a sociedade”.

Pontos polêmicos

Aborto
PNDH: o programa apoia a aprovação de projeto de lei que descriminaliza o aborto, “considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.
Críticos: evocam a inviolabilidade do direito à vida, previsto na Constituição brasileira.

 
abortofotolog02.jpg image by danielfand

Homossexuais
PNDH: apoia projeto de lei sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo e tem como objetivo a promoção de ações para garantir o direito à adoção de crianças por casais homossexuais.
Críticos: alegam que o modelo de família previsto na Constituição é o heterossexual e que a adoção por casal homossexual influenciaria a opção sexual da criança, a qual só teria capacidade de escolha a partir de certa idade.

Educação
PNDH: indica a produção de material didático sobre os direitos humanos para a utilização e ensino na rede pública e determina a avaliação constante de professores da rede oficial, de acordo com os conceitos colocados pelo programa.
Críticos: dizem que essas seriam medidas que uniformizam o pensamento na educação e tiram a possibilidade de os professores discordarem do que prega o governo.

Imprensa

 

PNDH: prevê penalidades administrativas como advertência, multas e suspensão da programação e cassação no caso de veiculação de conteúdo que, na interpretação do Estado, vá contra os direitos humanos. Para tanto, o programa prevê o “acompanhamento editorial” das empresas de comunicação.
Críticos: protestam contra o que seria o cerceamento da liberdade da imprensa — garantido pela Constituição —, principal instituição de oposição a um governo.

Agronegócio
PNDH: coloca em xeque os investimentos no agronegócio que possam violar os direitos dos pequenos e médios produtores rurais e das chamadas populações tradicionais.
Críticos: defendem que a importância do Brasil como terceiro país no agronegócio estaria comprometida em prol da agricultura familiar, o que significaria um retrocesso econômico.

Reforma agrária e invasões

PNDH: propõem projeto de lei para regulamentar a reintegração de posse, “garantindo a observância do respeito aos direitos humanos”. Também propõe projeto de lei para institucionalizar a utilização de mediação em audiência pública entre os envolvidos e órgãos públicos.
Críticos: integrantes da bancada ruralista no Congresso reclamam que o programa dificulta a reintegração de posse aos proprietários que tenham suas terras invadidas.

Militares e ditadura
PNDH: prevê a criação de uma Comissão Nacional da Verdade que apure a violação dos direitos humanos por agentes do Estado na repressão a opositores.
Críticos: o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das Forças Armadas ameaçaram deixar seus cargos sob a alegação de que o programa promoveria uma caça às bruxas entre os militares, ignorando excessos cometidos por guerrilheiros.

Grandes fortunas
PNDH: pretende regulamentar a taxação do imposto sobre grandes fortunas, previsto na Constituição.
Críticos: juristas tributários afirmam que esse é um imposto que não deu certo em outros países por afugentar investimentos de empresas. A taxação privilegiaria ainda empresas multinacionais que, sediadas em outras nações, fugiriam do pagamento de divisas. Empresas locais seriam prejudicadas.

 
Obs.: O Texto teve adaptaçoes com fotos

TAC Campaign – 20 year Anniversary retrospective montage “Everybody Hurts” music by REM TV ad

7 de abril de 2010 Deixe um comentário

Uma das maiores empresas de marketing do mundo, resolveu passar uma mensagem através de um vídeo criado pela Transport Accident Commission e que teve um efeito drástico na Inglaterra.
Depois desta mensagem, uma significante porcentagem da população da Inglaterra, deixou de usar drogas e se alcoolizar pelo menos nas datas comemorativas.

BENTO XVI RESSALTA ELO ENTRE UNIVERSIDADES E JOVENS

28 de setembro de 2009 Deixe um comentário

Praga, 28 set (RV) – Após se reunir com a comunidade ecumênica da República Tcheca no arcebispado de Praga, domingo à tarde, Bento XVI se dirigiu ao Castelo da cidade, para o encontro com o mundo acadêmico.

“Quem lhes fala foi um professor, atento ao direito da liberdade acadêmica e à responsabilidade para o uso autêntico da razão” – assim o papa se dirigiu a estudantes e professores, destacando o papel precioso que as universidades desempenham na sociedade, ao enriquecer o patrimônio intelectual da nação.

Para o pontífice, a autonomia própria de uma universidade encontra significado na capacidade de tornar-se responsável diante da verdade. Todavia, esta autonomia pode se tornar vã, servindo à ideologia do materialismo, da repressão da religião e da opressão do espírito humano.

E recordou: “O anseio pela liberdade e pela verdade é parte inalienável da nossa comum humanidade. Este anseio jamais pode ser eliminado e, como a história demonstrou, pode ser negado somente colocando em perigo a própria humanidade.”

É a este anseio que buscam responder a fé religiosa, as várias artes, a filosofia, a teologia e outras disciplinas científicas, cada uma com seu próprio método.

Por fim, o papa falou de outro aspecto essencial das universidades: a responsabilidade de iluminar as mentes e os corações dos jovens de hoje. Para o pontífice, deve ser restabelecida a ideia de uma formação integral, baseada na unidade do conhecimento radicado na verdade.

O que poderá acontecer se a nossa cultura se construir somente sobre argumentos em voga, se for separada das raízes que lhe dão vida? A essas questões, Bento XVI responde que as nossas sociedades não se tornarão mais racionais ou tolerantes ou sábias; pelo contrário, serão mais frágeis e menos acolhedoras, e terão sempre mais dificuldades em reconhecer o que é verdadeiro, nobre e bom. (BF)

Fonte: http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=320016

%d blogueiros gostam disto: